Rede Parceria Social

A Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social do Estado (SJDS) lançou em 2007 a iniciativa da Rede Parceria Social (RPS) com o objetivo da descentralização dos recursos captados e a busca da garantia de sustentabilidade de projetos sociais desenvolvidos pelo Terceiro Setor. A Rede procura aproximar as possibilidades e a relação entre as empresas que apóiam projetos sociais na forma de incentivos, através da Lei da Solidariedade e as entidades do Terceiro Setor na execução de ações e projetos.


Projeto Famílias do Peito

A AMENCAR, como uma das entidades âncoras que compõem esta rede, está desenvolvendo o Projeto “Famílias do Peito” em todo Estado, com a finalidade apoiar projetos apresentados por entidades privadas, sem fins lucrativos, que mantém programas de abrigo e/ou trabalhem com o tema da adoção e apadrinhamento de crianças e adolescentes, e, além disso, visam:

1. Contribuir na concepção e implementação de alternativas não institucionais de acolhimento e adoção;
2. Contemplar atividades que favoreçam ações de restabelecimento do direito à convivência familiar;
3. Qualificar o trabalho, inclusive promovendo ações que envolvem a comunidade;
4. Participar e incentivar ações de trabalho em rede, em âmbito local e articulado com o poder público municipal e estadual.

O presente projeto pretende provocar maior envolvimento no acompanhamento da criança no resgate do ambiente familiar, desenvolvendo potencialidades e contribuindo na formação de atores sociais e propiciando acesso a novos conhecimentos para a elaboração de propostas de intervenção, prevendo uma mudança cultural. Da mesma forma, buscar outras alternativas não institucionais de acolhimento, no sentido de propiciar a convivência familiar e comunitária para crianças e adolescentes afastados temporariamente de suas famílias de origem.

Para que isso aconteça serão necessárias ações que promovam a integração dos diversos agentes da rede de atendimento: o Judiciário, o Ministério Público, os Conselhos tutelares e de direitos, rede sócio-assistencial e o Executivo municipal. Além disso, é necessário dotar os municípios de profissionais capacitados(as) para fazer a intervenção positiva no ambiente familiar, evitando o abrigamento, e de programas que auxiliem a reestruturação familiar.

Projetos:

- FAMÍLIAS DO PEITO

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